Microondas e os seus efeitos colaterais

Em mais de 90% dos lares americanos têm microondas usados para preparar refeições, porque são muito rápidos e eficazes para economizar energia, comparado aos fornos convencionais, e em muito poucas casas ou restaurantes eles não são presentes.

Duma maneira geral, as pessoas acreditam que o que o forno a microondas faz nos alimentos nele cozidos não têm efeito negativo nem nos alimentos nem nas pessoas.

Naturalmente, se os fornos a microondas fossem realmente nocivos, os nossos governantes não permitiriam que fossem vendidos nos supermercados, certo?

 

A finalidade deste relatório é mostrar provas, evidências, que o cozimento em microondas não é natural, nem saudável e é muito mais perigoso para o corpo humano de quanto se possa imaginar. Entretanto, os fabricantes de fornos a microondas, os políticos de Washington, e a simples natureza humana tem suprimido os fatos e evidências e é esse o motivo que leva as pessoas a continuarem a usar os microondas para cozinhar os seus alimentos sem conhecer os efeitos e o perigo desta prática.

Como funcionam os microondas?

 

As microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio e ocupam uma parte do espectro da força eletromagnética. Microondas são ondas muito curtas da energia eletromagnética que viaja à velocidade da luz (186,282 milhas/seg). Na nossa atual idade tecnológica, as microondas são usadas para coligar longas distâncias como sinais telefónicos, programas televisivos e informações computadorizadas em todo o mundo ou em satélites no espaço. Mas as microondas mais familiares para nós é a fonte de energia para cozinhar alimentos.

 

Cada forno a microondas possui um magnetron, um tubo em que os elétrones são afetados pelo campo elétrico magnético de tal maneira para produzir uma radiação com um micro comprimento de ondas, cerca 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2,45 Giga Hertz (GHz). Esta radiação a microondas interage com as moléculas dos alimentos. Cada onda de energia muda a sua polaridade de positiva a negativa em cada ciclo da onda. Em microondas, estas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas do alimento - especialmente as moléculas da água - possuem extremidade positiva e negativa como um íman que possui os polos Norte e Sul.

Nos modelos comerciais, o forno tem uma entrada de energia de aproximadamente 1000 watts de corrente alternada. Enquanto estas microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas fazem rotar as moléculas do alimento na mesma frequência milhões de vezes por segundo. Toda esta agitação cria uma fricção molecular, a qual aquece os alimentos.

A fricção também causa um elevado dano nas moléculas vizinhas, frequentemente rasgando-as em partes ou deformando-as completamente. O nome científico para esta deformação é “isomerismo estrutural“.

 

Comparando, as microondas do sol são baseadas nos princípios da pulsação da corrente contínua (DC) que não gera calor friccional; os fornos a microondas usam a corrente alternada (AC) gerando calor friccional. Um forno a microondas produz uma onda de energia pontiaguda com toda a potência que entra em somente uma estreita frequência do espectro de energia.

Muitos termos são usados para descrever ondas eletromagnéticas, tais como: comprimento de onda, amplitude, ciclo e frequência.

O comprimento de onda determina o tipo de radiação, isto é, radio, raios X, ultravioleta, visíveis, infravermelho, etc.

A amplitude determina a extensão do movimento medido do ponto de início.

O ciclo determina a unidade de frequência, tais como ciclos por segundo, Hertz, Hz, ou ciclos/seg.

A frequência determina o número de ocorrências dentro de um dado período de tempo (usualmente 1 segundo). O número de ocorrências de um processo decorrente por unidade de tempo, isto é, o número de repetições dos ciclos por segundo.

 

Radiação: propagação de energia com ondas eletromagnéticas

A radiação, como definida pelas terminologias da física, são “as ondas eletromagnéticas emitidas pelos átomos e moléculas de uma substância radioativa como consequência da deterioração nuclear.“ A radiação provoca a ionização, o que ocorre quando um átomo neutro ganha ou perde elétrons. Em poucas palavras, um forno a microondas deteriora e altera a estrutura molecular dos alimentos com o processo de radiação. Se os fabricantes tivessem chamado estes fornos de “fornos de radiação“, é duvidoso se eles teriam vendido pelo menos um. Mas isto é exatamente o que é um Microondas.

 

Disseram-nos que alimentos cozidos em fornos de microondas não é o mesmo que alimentos tratados com radiação. Os dois processos são pensados para usar ondas de energia totalmente diferentes em diferentes intensidades. Nem o FDA ou estudos oficiais realizados pelos órgãos governamentais provaram que o uso frequente dos fornos a microondas é nocivo, mas todos nós sabemos que a validade dos estudos pode ser - e são por vezes propositadamente - limitados. Muitos destes estudos foram mais tarde considerados incorretos. Como consumidores, temos de ter bom senso para usar e julgar.

Usando como exemplo os ovos e como eles eram comprovadamente considerados nocivos para a nossa saúde nos distantes anos '60. Isto provocou o fabrico de produtos para substituir os ovos, e deu grandes lucros aos seus fabricantes, enquanto os produtores de ovos foram à falência. Agora, e depois de tudo, recentes estudos patrocinados pelos órgãos governamentais afirmam que os ovos não são nocivos para a nossa saúde. Então, em quem devemos confiar e qual critério devemos usar para decidir as questões referentes à nossa saúde? Desde quando foi publicado que as ondas dos fornos a microondas não se propagam no meio ambiente, quando adequadamente usado e com um design aprovado, a decisão encontra-se em cada consumidor no que diz respeito a escolher ou não, se consome alimentos aquecidos por um forno a microondas ou mesmo o facto de comprá-lo na primeira loja que o encontre.

O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente

Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu um paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Ao que parece, a enfermeira tinha aquecido o sangue num microondas. Esta tragédia fez-se muito aparente. Muito mais que o “aquecimento“ com os fornos a microondas que fomos dirigidos a acreditar. O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas não em microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num microondas alterou o sangue e este matou-a.

É óbvio que esta forma de radiação de calor microondico faz alguma coisa nas substâncias que aquece. É também muito evidente que as pessoas que usam os fornos a microondas para confecionar os seus alimentos, estão também a consumir estas “coisas desconhecidas“. Porque o nosso corpo é eletroquímico de natureza, qualquer força que muda o equilíbrio eletroquímico pode afetar a fisiologia do corpo. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico“, e no livro de Ellen Sugarman, “Cuidado, a eletricidade que o rodeia pode ser perigosa para a sua saúde“.

 

 

Factos e evidências científicas

 

Num estudo comparativo entre alimentos preparados convencionalmente e aqueles preparados em microondas, publicado por Raum e Zeit em 1992, em 3(2) : 43, declara:

 

“Uma básica hipótese da medicina natural afirma que a introdução no corpo humano de moléculas e energias, das quais este não está acostumado, é muito mais provável que cause o mal que o bem. Alimentos expostos à radiação microondica contém tanto moléculas como energias não presentes em alimentos cozidos com os métodos tradicionais como sempre foram feitos desde a descoberta do fogo. A energia microondica do sol e outros astros é baseada na corrente contínua. As microondas produzidas artificialmente, incluindo aquela dos fornos, são produzidas pela corrente alternada e força a reversão de polaridade bilhões de vezes ou mais, por segundo, nas moléculas dos alimentos em que elas batem. A produção de moléculas anormais é inevitável. Naturalmente podemos observar os aminoácidos sofrerem uma mudança isomérica (mudanças na forma morfológica) bem como a transformação na forma tóxica sob o impacto das microondas produzidas nos fornos.

 

Num estudo de curta duração encontraram-se significantes mudanças no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais preparados em microondas. Oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos tipos de alimentos porém cozidos por processos diferentes. Todos os alimentos que foram preparados em microondas provocaram mudanças no sangue dos voluntários. O nível da hemoglobina diminuiu e além disso, o nível dos glóbulos brancos e o nível do colesterol aumentaram. O nível de linfócitos também diminuiu.

Uma bactéria luminescente foi empregada para detetar mudanças energéticas no sangue. Significantes aumentos foram encontrados na luminescência desta bactéria quando foi exposta ao soro sanguíneo obtido após o consumo de alimentos preparados nos fornos a microondas“.

 

 

Os estudos clínicos Suíços

 

O Dr. Hans Ulrich Hertel, que hoje é reformado, trabalhou como cientista em alimentação por muitos anos numa das maiores companhias suíças do negócio de alimentação de escala global. Acabou por ser dispensado do seu cargo porque questionou certos processos de preparação artificial dos alimentos.

 

Em 1991, ele e um prof. Universitário de Lausanne, na Suíça, publicaram uma pesquisa afirmando que alimentos preparados em fornos a microondas podem conter riscos muito maiores para a saúde que alimentos preparados pelos métodos convencionais. Outro artigo também apareceu na edição n° 19 da revista Franz Weber na qual foi declarado que o consumo de alimentos cozidos em microondas teria efeitos cancerígenos no sangue. Na capa da revista havia um desenho da morte que segurava em forno a microondas numa das mãos (ao invés da tradicional foice).

 

O Dr. Hertel foi o primeiro cientista a conceber e executar um estudo clinico de qualidade sobre os efeitos que os alimentos preparados com microondas causam no sangue e na fisiologia do corpo humano. O seu estudo, pequeno mas muito bem controlado, mostrou as forças degenerativas produzidas em fornos a microondas e nos alimentos neles preparados. A conclusão científica mostrou que cozimentos microondicos alteram os nutrientes nos alimentos; e, também alteraram o sangue dos participantes, o que poderia causar deterioração no sistema do corpo humano. O estudo científico de Hertel foi feito junto com o Dr. Bernard H. Blanc do Instituto Federal de Tecnologia Suíço e o Instituto Universitário para a Bioquímica.

Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários no estudo recebiam uma das seguintes variedades de alimento com o estomago vazio:

 

1) leite cru;
2) o mesmo leite, fervido com o sistema tradicional;
3) leite pasteurizado;
4) o leite cru fervido num forno a microondas;

 

5) verduras cruas de produção biológica;
6) verduras de produção biológica cozidos com o sistema tradicional;
7) verduras biológicas congeladas e depois descongeladas num forno a microondas e,
8) as mesmas verduras cozidas num forno a microondas.

 

Os voluntários foram isolados, foram presas amostras do sangue de cada voluntário imediatamente antes de comerem os alimentos. Depois foram presas amostras de sangue em intervalos regulares após o consumo do leite e verduras descritos acima.

Mudanças significativas foram descobertas nas amostras de sangue presas nos intervalos após a ingestão dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Estas mudanças incluem a diminuição de todos os valores das hemoglobinas e do colesterol, especialmente a proporção dos valores do HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol mau). Os linfócitos (glóbulos brancos) mostraram uma distinta diminuição a curto prazo após a ingestão de alimentos preparados com microondas que após a ingestão de todas as outras variedades. Adicionalmente, havia uma alta e significante associação entre a quantidade de energia microondica nos testes dos alimentos e a força luminosa da bactéria luminescente exposta ao soro do sangue de pessoas que haviam ingerido aquele alimento. Isto conduziu o Dr. Hertel à conclusão que tal técnica de energias derivadas pode, de fato, passar para o homem por indução através da ingestão de alimentos feitos com microondas.

Segundo Dr. Hertel,

A leucocitose, não pode ser considerada como normais alterações diárias e é levada muito seriamente pelos hematologistas. Os leucócitos são frequentemente sinais de efeitos patogénicos no nosso organismo, tais como envenenamento e danos celulares. O aumento dos leucócitos com os alimentos feitos com microondas eram mais pronunciados que com todas as outras variedades alimentares. E parece que estes aumentos eram causados inteiramente pela ingestão de substâncias tratadas com microondas.

Este processo é baseado em princípios físicos e já foi confirmado pela literatura. A aparente energia adicional exibida pela bactéria luminescente foi meramente uma confirmação extra. Existe a literatura científica extensiva concernente aos perigosos efeitos da direta radiação microondica nos organismos vivos. Surpreende, portanto, compreender que somente um pequeno esforço foi feito para substituir esta técnica prejudicial das microondas com uma tecnologia mais de acordo com a natureza. Tecnicamente, a produção de microondas é baseada no princípio da corrente alternada. Átomos, moléculas, e células golpeados por esta dura radiação eletromagnética são forçados a reversão de polaridade 1-100 bilhões de vezes por segundo. Não existem átomos, moléculas ou células de qualquer sistema orgânico capaz de resistir a uma tão violenta e destrutiva força por qualquer período de tempo, nem mesmo com uma baixa intensidade de energia de milliwatts.

 

De todas as substâncias naturais - que são polares - o oxigênio das moléculas da água reagem mais sensivelmente. É assim que o calor do cozimento com microondas é gerado - a violência desta fricção nas moléculas da água. A estrutura das moléculas são divididas, as moléculas são deformadas pelo uso da força, chamada isomerismo estrutural, e assim torna nociva a sua qualidade. Isto é o contrário para o aquecimento convencional dos alimentos onde o calor é transferido convencionalmente de fora para dentro. O cozimento por microondas começa dentro das células e moléculas onde a água é presente e onde a energia é transformada em calor friccional.

Além dos efeitos violentos do calor friccional, chamados efeitos térmicos, existem também os efeitos atérmicos que quase nunca são levados em consideração. Estes efeitos atérmicos não são atualmente mensuráveis, mas eles podem também deformar a estrutura das moléculas e haver qualitativas consequências. Por exemplo o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas é usado no campo da tecnologia de alteração dos genes. Por causa da força envolvida, as células são realmente partidas, por meio da neutralização do potencial elétrico, verdadeira vida das células, entre os lados interno e externo das membranas celulares. As células enfraquecidas transformam-se em alvos fáceis para os vírus, fungos e tantos outros microorganismos. Os naturais mecanismos de reparo são suprimidos e as células são forçadas a adaptar um estado de emergência de energia - elas trocam de aeróbica para uma respiração anaeróbica. Em vez de água e dióxido de carbono, as células envenenadas produzem peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono

 

As mesmas deformações violentas que ocorrem nos nossos corpos, quando somos expostos diretamente aos radares ou microondas, também ocorre nas moléculas dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Esta radiação provoca a destruição e a deformação das moléculas dos alimentos. Usando microondas também se criam novos compostos chamados “compostos radiolíticos“, os quais são desconhecidas fusões não encontradas na natureza. Compostos radiolíticos são criados pela decomposição molecular - decadência - como um resultado direto da radiação.

Os fabricantes de fornos microondas insistem que nos alimentos expostos às microondas e irradiados não existe nenhum aumento significativo dos compostos radiolíticos comparativamente aos grelhados, assados ou noutros alimentos cozidos com as formas convencionais. A evidência clinico cientifica apresentada aqui mostra que isto é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem as universidades nem o governo federal conduziram qualquer teste referente aos efeitos nos nossos corpos provocados pela ingestão de alimentos feitos com o uso de microondas.

Diminuição do valor nutricional

Investigadores Russos relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:

Diminuição da biodisponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e fatores liotrópicos em todos os alimentos testados.

Vários diferentes tipos de danos para muitas substâncias das plantas, tais como alcaloides, glucoses, galactoses e nitrilosides.

A degradação das núcleo-proteínas nas carnes.
 

No livro de Robert O. Becker, “O Corpo Elétrico“, ele descreveu uma pesquisa Russa sobre os efeitos para a saúde provocados pela radiação microondica, às quais ele chamou “doença das microondas“. Na página 314, Becker declara:

 

“Os primeiros sintomas (da doença provocada pelas microondas) são redução da pressão arterial e do ritmo cardíaca. Posteriormente, as manifestações mais comuns são: excitação crónica do sistema nervoso simpático (stress) e aumento da pressão sanguínea. Nesta fase também se incluem frequentemente: dores de cabeça, tonturas, dor nos olhos, insónia, irritabilidade, ansiedade, dores no estomago, tensão nervosa, dificuldade de concentração, queda de cabelo, além do aumento de incidência de apendicites, cataratas, problemas nos órgãos reprodutivos e cancro. Os sintomas crónicos são eventualmente sucedidos pelas crises de exaustão das glândulas suprarrenais e doença isquémica do coração (o bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos) “.

 

Segundo o Dr. Lee, mudanças são verificadas nos componentes químicos do sangue e no índice de certas doenças entre consumidores de alimentos tratados com microondas. Os sintomas acima podem ser facilmente causados pelas observações mostradas abaixo. O seguinte é uma amostra destas mudanças:

- Desordens linfáticas foram observadas, indicando a diminuição da capacidade de prevenir certos tipos de cancro.

- Aumento do índice de formação de células cancerígenas foi observado no sangue.

- Aumento do índice de cancro no estomago e intestinos foi observado.

 

- Elevados índices de desordens digestivas e um gradual colapso dos sistemas de eliminação foram observados.
 

 


Conclusões sobre a pesquisa das microondas

Abaixo estão as mais significantes pesquisas Alemãs e Russas sobre a capacidade de ação referente aos efeitos biológicos das microondas:

 

A pesquisa inicial conduzida pelos alemães durante a campanha militar de Barbarossa, para a Humbolt-Universitat em Berlim (1942-43);

 

De 1957 até hoje (até o fim da guerra fria) as operações de pesquisas Russas foram conduzidas por:

Instituto de rádio e tecnologia em Kinsk, região autónoma da Bielorussia; e no Instituto de rádio e tecnologia em Rajasthan na região autônoma de Rossiskaja, ambos na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Em muitos casos, os alimentos usados para a análise da pesquisa foram expostos à propagação de microondas num potencial energético de 100 kilowatts/cm3/seg., o ponto considerado aceitável para uma normal, sanitária ingestão. Os efeitos verificados pelos pesquisadores Russos e Alemães são apresentados em três categorias:

 

 

Categoria I - Efeitos que causam o Cancro
Categoria II - Destruição Nutritiva dos Alimentos
Categoria III- Efeitos Biológicos da Exposição


 

Categoria I
Efeitos que causam o cancro


(Os primeiros dois pontos da categoria I são ilegíveis nas cópias dos nossos relatórios. O restante do relatório é integro.)

 

3 - Criação de um efeito ligado com a radioatividade na atmosfera, causando um significante aumento no total de saturação das partículas Alfa e Beta dos alimentos.

 

4 -Criação de agentes causadores de cancro nos componentes das proteínas hidrolisadas, no leite e grãos de cereais (estas são proteínas naturais que são divididas em fragmentos artificiais pela adição de água);

 

5 - Alteração das elementares substâncias alimentares provocando desordens no sistema digestivo pelo instável catabolismo dos alimentos expostos às microondas (o colapso do processo metabólico);

 

6 - Devido às alterações químicas dentro das substâncias dos alimentos, disfunções foram observadas dentro do sistema linfático (vasos absorventes) causando a degeneração do potencial de imunização do corpo para se proteger contra certas formas de neoplasias (crescimento anormal dos tecidos);

 

7 - A ingestão de alimentos preparados em fornos a microondas causou uma subida percentual de células cancerígenas dentro do soro do sangue (citomas - células tumorais tais como sarcoma);

 

8 - Emissões de microondas causaram alterações no comportamento metabólico (colapso metabólico) dos elementos da glucoside (dextrose hidrolizada) e galactoside (álcool oxidado) nas frutas congeladas quando foram descongeladas desta maneira.

 

9 - A emissão de microondas causou alterações do comportamento catabólico (colapso do metabolismo) dos alcaloides das plantas (elementos base do nitrogênio orgânico) quando verduras, cozidas ou cruas foram expostas a estas, mesmo que por uma duração extremamente curta.

 

10 - Radicais livres causadores do cancro (moléculas incompletas altamente reativas) foram formadas dentro de alguns resíduos minerais de formações moleculares, e em particular, raízes vegetais cruas; e,

 

11 - Estatisticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de cancro no estomago e nos intestinos, bem como uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestivo e excretor.

 

 

Categoria II
Diminuição do valor nutritivo dos alimentos

 

A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. Abaixo estão as mais importantes descobertas:

 

1 - Uma diminuição na biodisponibilidade (capacidade do corpo para utilizar os nutrimentos) das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essênciais e liotrópicos em todos os alimentos;

 

2 - Uma perda de 60 a 90 % do conteúdo do campo de energia vital em todos os alimentos testados;

 

3 - Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração dos alcaloides (elementos básicos do nitrogênio orgânico), glucoses, galactoses e nitrilosidos;

 

4 - Uma destruição do valor nutritivo das núcleo-proteínas das carnes;

 

5 - Uma acentuada aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.

 

 

Categoria III
Efeitos biológicos da exposição

 

A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Isto não foi descoberto até que os Russos experimentaram com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não precisa ingerir as substâncias preparadas com microondas: a regular exposição aos campos energéticos é suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.

 

Os seguintes efeitos são enumerados:

 

1 - Colapso do “campo de energia vital“ humana naqueles que foram expostos às radiações dos fornos a microondas enquanto funcionavam, com efeitos colaterais ao campo de energia humano aumentados pela longa duração.

 

2 - Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de uso do aparelho, especialmente no sangue e áreas linfáticas;

 

3 - Degeneração e a destabilização dos potenciais externos de energia ativada da utilização dos alimentos dentro dos processos do metabolismo humano;

 

4 - Degeneração e a destabilização do potencial da membrana celular enquanto o processo de transferência catabólica (colapso metabólico) no soro do sangue do processo digestivo.

 

5 - Degeneração e colapso dos impulsos elétricos nervosos dentro dos potenciais de junção do cérebro (a porção frontal do cérebro onde reside o pensamento e funções essenciais);

 

6 - Degeneração e colapso do circuito elétrico nervoso e perda dos campos de energia simétrica nos neuroplexuses (centros do nervo) ambos na frente e fundos do sistema nervoso autónomo;

 

7 - Perda de equilíbrio e rotação da força bioelétrica dentro do sistema ativado de ascendência reticular. (o sistema que controla a função da consciência);

 

8 - Perda cumulativa a longo prazo de energia vital nos setes humanos, animais e plantas foram verificados num raio de 500 metros do equipamento operacional;

 

9 - Efeitos residuais de longa duração dos “depósitos“ magnéticos foram localizados por todo o sistema nervoso e sistema linfático.

 

10 - Uma destabilização e interrupção na produção das hormonas e na manutenção do equilíbrio hormonal em machos e fêmeas;

 

11- Níveis notavelmente altos de distúrbios nas ondas cerebrais alpha, theta e padrões do sinal de onda delta de pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;

 

12 - Devido a estes distúrbios das ondas cerebrais, os efeitos psicológicos negativos foram verificados incluindo a perda da memória, perda da capacidade de concentração e redução do limiar emocional, desaceleração do processo intelectual, e episódios de interrupção do sono num percentual estatisticamente elevado em indivíduos sujeitos à exposição contínua aos efeitos dos campos de emissão dos aparelhos de microondas, tanto em aparelhos para cozinhar como em estações de transmissão.

 

Conclusões das pesquisas legais

Das vinte e oito indicações enumeradas anteriormente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhado; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos está claramente em evidência. Devido ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III : 9), que pode por fim afetar o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neuroplexuses (centro do nervo), a longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuro elétricos.

Por que, estes efeitos podem causar danos praticamente irreversíveis para a integridade neuro elétrica de vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975a), a ingestão dos alimentos preparados em fornos a microondas é claramente contraindicada em todos os aspetos. Os seus efeitos magnéticos residuais podem transformar os componentes do recetor psiconeural do cérebro mais suscetível a influencia psicológica pelas frequências de radio artificiais induzidas nas microondas dos campos das estações de transmissão e de coligamentos das redes televisivas.

Fontes:

 

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